| Glossário Básico - Nutrição Pet - 55 Termos. (novas palavras foram anexadas em 23/Fev/2011) | |
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Para citar estes textos em Referências Bibliográficas, seguir como no exemplo abaixo: GOMES, M.O.S. Ácido linoléico conjugado. [on line] Disponível em: http://www.nutricao.vet.br/glossario_basico.php. Acesso em (dia) (mês) (ano). |
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| AAFCO AAFCO é definido como Association of American Feed Control Officials, que é um órgão comercial que visa regular a qualidade e segurança de ingredientes e de alimentos destinados a alimentação animal nos Estados Unidos. Para maiores informações acesse http://www.aafco.org . (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
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| ÁCIDO LINOLÉICO CONJUGADO O ácido linoleico conjugado (ALC ou CLA) é um termo que descreve os isômeros de posição e geométricos do ácido linoleico (18:2, cis-9, cis-12), um ácido graxo pertencente ao grupo ômega-6 e o primeiro ácido graxo considerado essencial na dieta dos cães. As fontes mais comuns de ALC são: leite de ruminantes, produtos lácteos, carne bovina, de carneiro e de suíno. Acredita-se que o ALC pode prevenir ou reduzir a obesidade, melhorar a resistência insulínica, inibir a deposição de gordura, inibir o desenvolvimento de neoplasias e modular respostas inflamatórias . (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
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ADITIVO |
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| ÁCIDOS GRAXOS Estão presentes nas gorduras. São cadeias de hidrocarbonetos que contêm de 2 a 24 carbonos, possuem um grupo de ácido carboxílico em um extremo e um grupo metil do lado oposto. Classificam-se como ácidos graxos saturados quando não possuem duplas ligações entre os átomos de carbono, monoinsaturados quando têm apenas uma dupla ligação e poliisaturados quando têm duas ou mais duplas ligações. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.) |
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| ÁCIDO GRAXO - ÔMEGA 3 Ácidos graxos poliinsaturados com a primeira dupla ligação entre o carbono 3 e o 4, correspondem à família ômega-3. É um ácido graxo essencial porque os mamíferos não têm capacidade para sintetizá-lo. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.) |
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| ÁCIDO GRAXO - ÔMEGA 6 Ácidos graxos poliinsaturados com a primeira dupla ligação entre o carbono 6 e o 7, correspondem à família ômega-6. São ácidos graxos essenciais, pois os mamíferos não têm capacidade para sintetizá-los. (elaborado por JEREMIAS, J.T. 2009.) |
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| ALERGIA ALIMENTAR (HIPERSENSIBILIDADE ALIMENTAR) A alergia ou hipersensibilidade alimentar se produz quando o animal desenvolve uma reação imunológica específica a um ou vários componentes do alimento, seja este caseiro ou industrializado. Diferencia-se de intolerância alimentar. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
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| ALIMENTAÇÃO AD LIBITUM Alimentação à vontade ou que é realizada com liberdade, permite que o animal tenha acesso ilimitado ao alimento ou à água. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.) |
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| ALIMENTAÇÃO ENTERAL É a utilização do trato alimentar superior (boca, esôfago, estomago, intestino delgado) como via para a alimentação assistida de pacientes. (elaborado por GOMES, M.O.S.. 2009.). |
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| ALIMENTAÇÃO PARENTERAL Suporte nutricional administrado por uma via diferente do conduto alimentar normal (trato digestório). As vias utilizadas podem ser a endovenosa, intra-óssea e a intra-peritoneal. Consiste na administração de todas as necessidades nutricionais (nutrição parenteral total) ou parte delas (nutrição parenteral parcial), incluindo calorias, aminoácidos, lípides, vitaminas e minerais. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010.). |
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| ALIMENTO Toda substância que, consumida pelo animal, é capaz de contribuir para a manutenção de sua vida e sobrevivência da espécie à qual pertence. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.) |
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| ALIMENTO BALANCEADO É considerado um alimento balanceado aquele que é capaz de prover ao animal as quantidades e proporções apropriadas de todos os nutrientes necessários para um período de 24horas. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
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| ALIMENTO SECO O conteúdo de umidade deste tipo de alimento varia de 6 a 10% e 90% ou mais de matéria seca. Esse tipo de alimento inclui produtos extrusados. Os principais ingredientes habitualmente empregados em sua fabricação incluem cereais em grão, produtos derivados de carne, aves ou peixes, suplementos vitamínicos e minerais. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). |
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| ALIMENTO TERAPÊUTICO VETERINÁRIO É o alimento para animais de estimação que possui características nutricionais e balanços específicos utilizados como tratamento ou como coadjuvante do tratamento clínico em determinadas afecções que respondem ao manejo nutricional. Deve sempre ser prescrito por médico veterinário. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
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| ALIMENTO ÚMIDO O conteúdo de umidade deste tipo de alimento varia de 60 a até mais de 87%. A porção de matéria seca desse alimento (40 a 13%) é que contém todos os nutrientes não aquosos: proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais. A forma, consistência e textura deste alimento são obtidas pela adição de gomas e outros agentes gelificantes, que têm função de agregar a água ao alimento. Apresentam alta palatabilidade e têm como ingredientes principais carne e subprodutos de carne. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). |
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| AMIDO De forma geral, são polissacarídeos cujos açúcares estão unidos por ligações alfa, acessíveis à digestão enzimática dos monogástricos. Possui uma estrutura complexa composta por duas porções principais: a amilose e a amilopectina. Os amidos são as formas de armazenamento ou de fonte de energia para plantas e animais. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
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| AMINOÁCIDO ESSENCIAL Aminoácido necessário para a síntese de proteínas, que deve estar presente no alimento, pois os animais não são capazes de sintetizá-lo a partir de esqueletos de carbono e nitrogênio. Os aminoácidos essenciais para cães são 10 e para gatos 11. São eles: arginina, histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e taurina (gatos). (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). |
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| ANFAL-PET É a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação¸ é uma entidade de classe, criada em 1980 com a finalidade de representar os interesses da indústria de produtos para animais de companhia, em nível nacional, perante todos os setores da economia e áreas governamentais que com ela se relacionem. Para maiores informações acesse: http://anfalpet.org.br . (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
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| ANOREXIA É a perda de desejo pelo alimento antes de ter satisfeito as necessidades calóricas. A anorexia pode ser completa, quando o animal deixa de consumir alimento durante um período superior ao considerado normal, ou parcial (hiporexia), quando o animal consome certa quantidade de alimento, mas menos que a normal. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). |
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| ANTIOXIDANTE São substâncias nutrientes ou não nutrientes que previnem a formação de radicais livres ou os suprime. Podem ter ação in vivo ao serem ingeridos ou podem atuar na preservação de alimentos quando adicionados a estes como aditivos. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
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| C |
| CÁLCIO É um elemento mineral. É necessário para formação da massa óssea e dos dentes, na contração muscular e na transmissão dos impulsos nervosos. O cálcio é também muito importante para a coagulação sanguínea. A necessidade nutricional de cálcio, tanto para cães como para gatos, foi estabelecida como sendo 1,0% da ração para crescimento e reprodução e 0,6% da ração para a manutenção de adultos. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). |
| CALORIA É a unidade de medida de energia, utilizada para expressar o conteúdo energético dos alimentos. Equivale à quantidade de calor (energia) necessária para elevar a temperatura de um grama de água de 14,5 até 15,5ºC, sob a pressão atmosférica normal. Uma caloria equivale a 4,18 joules. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
| CARBOIDRATO Os carboidratos são compostos por carbono, hidrogênio e oxigênio segundo fórmula geral: CH2O. Compreendem os açúcares simples como monossacarídeos (glicose) e dissacarídeos (sucrose); oligossacarídeos (3 a 9 unidades de açúcar, p. ex. rafinose, estaquinose) e polissacarídeos, que são carboidratos complexos (mais de 9 unidades de açúcar, p. ex. amidos, hemicelulose, celulose, pectinas, gomas etc) . (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). |
| CINZAS (Procure por Matéria Mineral) |
| COPROFAGIA Ato de ingerir as próprias fezes ou de outros animais. Esta conduta é muito comum nos cães e é mais incômoda para o proprietário do que prejudicial para o cão. As cadelas e gatas devem comer as fezes de suas crias durante as primeiras três semanas da lactação. As gatas, geralmente não mantêm esse comportamento depois do desmame dos filhotes. Para criar aversão pelas fezes podem-se empregar substâncias repulsivas, como pimenta, quinina, perfumes intensos e produtos específicos. Essa medida pode levar tempo e sua eficácia é questionável . (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). |
| D |
| DENSIDADE CALÓRICA Quantidade de energia por unidade de peso de um alimento, é expressa em kcal (quilocaloria) ou kj (quilojoule) de energia metabolizável por grama de alimento ou por grama de matéria seca do alimento. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
| DIGESTIBILIDADE É a porcentagem de conteúdo bruto de nutrientes do alimento liberado depois dos processos digestivos mecânicos e químicos. A digestibilidade depende tanto das características dos nutrientes como da eficiência digestiva do organismo. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.). |
| E |
| ENERGIA Capacidade para realizar trabalho. Todas as atividades corporais necessitam energia que são satisfeitas mediante o consumo de alimento que contém energia na forma química. Os requerimentos de energia são determinados medindo-se o gasto energético de um animal através de um conjunto definido de condições fisiológicas e ambientais. As necessidades energéticas variam de acordo com a etapa da vida (crescimento, adulto, reprodução). (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
| EXTRATIVO NÃO NITROGENADO O extrativo não nitrogenado representa uma estimativa aproximada da fração de carboidratos solúveis do alimento, sendo determinado através de subtração pela fórmula: ENN = 100 - (% umidade + % proteína bruta + % fibra bruta + % extrato etéreo + % cinzas), caso os percentuais dos nutrientes estejam com base na matéria seca, elimina-se a umidade da fórmula. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009). |
| EXTRATO ETÉREO Método para expressar o conteúdo de gordura da dieta. A determinação de lipídios em alimentos é feita, na maioria dos casos, pela extração com solventes, por exemplo, éter. O resíduo obtido não é constituído unicamente por lipídios, mas por todos os compostos que, nas condições da determinação, possam ser extraídos pelo solvente. Nos produtos em que as concentrações destes compostos se tornam maiores, a determinação terá a denominação mais adequada de extrato etéreo. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
| EXTRUSADO Material pastoso que foi cozido em um extrusor sob pressão e calor antes de ganhar forma e ser cortado. Os cortes dos¨fios¨de extrusado em pedaços pequenos, a medida que saem do extrusor ganham a forma da ração (ossinho, pata, triangulos, etc). (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
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| F |
| FIBRA Corresponde à porção do alimento ingerido que não sofre ação das enzimas intestinais dos mamíferos e que, portanto, passam pelo intestino delgado sem serem digeridas. Compreende a celulose, hemicelulose, gomas, pectinas e outros carboidratos não digeríveis. As metodologias utilizadas para determinar os valores de fibra dos alimentos são: Fibra bruta (FB), Fibra em Detergente Neutro (FDN), Fibra em Detergente Ácido (FDA) e Fibra Dietética Total (FDT). (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009). |
| FIBRA BRUTA (FB) A determinação do teor de fibra bruta (FB) do alimento é feita pelo método de Weende que se baseia na dissolução da amostra, sucessivamente em solução ácida, básica e com acetona. O resíduo não dissolvido constitui a fibra bruta. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009). |
| FIBRA DIETÉTICA TOTAL (FDT) Trata-se do meio mais moderno e preciso para a determinação da fibra alimentar. Metodologicamente envolve o tratamento das amostras com amilase, protease e amiloglicosidase de forma sucessiva, de forma que a porção retida no filtro corresponde à fibra alimentar insolúvel. Posteriormente, após adição de etanol a 95%, e recuperando-se o precipitado, obtêm-se a fibra alimentar solúvel. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009). |
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| G |
| GORDURA (Procure por Lipídeos). |
| H |
| HIPERSENSIBILIDADE ALIMENTAR (Procure por Alergia Alimentar). |
| HIPOREXIA Diminuição do apetite que pode ser causada pela presença da uma enfermidade ou alteração de comportamento. É quando o animal consome certa quantidade de alimento, mas menos que a normal. . (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
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| I |
| INGREDIENTE Produto de origem animal ou vegetal, cru ou processado, ou outra fonte de nutriente, utilizado para a preparação do alimento. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
| INTOLERÂNCIA AO ALIMENTO Uma reação adversa a um alimento é uma resposta anormal a um alimento ou a um aditivo ingerido. Intolerância ao alimento refere-se a uma extensa categoria de reações adversas ao alimento causadas por mecanismos não imunológicos. É diferente de alergia alimentar. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
| L |
| LIPÍDEOS (GORDURAS, TRIGLICERÍDEOS) Os lipídeos, gorduras ou triglicerídeos constituem uma classe de compostos muito heterogênea, mas que têm em comum a propriedade de serem solúveis em solventes orgânicos e insolúveis em água. Lípideos são macronutrientes que desempenham funções energéticas, estruturais e hormonais no organismo. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009). |
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| M |
| MASSA CORPORAL MAGRA O corpo do animal é formado basicamente por dois componentes, a massa corporal magra e a massa gorda. O componente massa corporal magra é a fração isenta de gordura, é constituída de ossos, músculos e vísceras. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010.). |
| MATÉRIA MINERAL (CINZAS) É o nome dado ao resíduo inorgânico obtido por aquecimento de um produto em temperatura próxima a 550-570°C. Nem sempre este resíduo representa toda a substância inorgânica presente na amostra, pois alguns sais podem sofrer redução ou volatilização nesse aquecimento. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). |
| MATÉRIA SECA A matéria seca (MS) é a fração do alimento excluída a umidade natural deste. Assim, por exemplo, uma partida de milho em grão que tenha 13% de umidade tem, por diferença, 87% de matéria seca. Na MS é que estão contidos os nutrientes: carboidratos, proteínas, minerais etc. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar., 2009.). |
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| N |
| NÍVEIS DE GARANTIA Uma parte do rótulo da embalagem dos alimentos industrializados para cães e gatos que enumera os níveis máximos e mínimos de certos nutrientes. Os fabricantes desses alimentos são obrigados a incluir as porcentagens mínimas de proteína bruta e extrato etéreo (gordura) e as porcentagens máximas de fibra bruta e umidade. Geralmente a porcentagem máxima de matéria mineral também está incluída nos níveis de garantia, bem como, porcentagens máximas de cálcio e mínimas de fósforo. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010). |
| NUTRACÊUTICO Os nutracêuticos são alimentos ou parte dos alimentos que apresentam benefícios à saúde, incluindo a prevenção e/ou tratamento de doenças. Podem abranger desde os nutrientes isolados, suplementos dietéticos até produtos projetados, produtos herbais e alimentos processados. Em geral se refere à administração de quantidades muito superiores do que as possíveis de serem encontradas em alimentos de forma natural. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar., 2009.). |
| NUTRIENTE Componente do alimento com utilidade metabólica, ou seja, são substâncias contidas nos alimentos que vão fornecer a energia e os materiais necessários para a síntese e a manutenção da matéria viva. Correspondem a carboidratos, vitaminas, proteínas e etc. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar., 2009.). |
| O |
| OBESIDADE Enfermidade caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, suficiente para prejudicar as funções fisiológicas do organismo animal. É principalmente causada pelo consumo excessivo de calorias e/ou por uma vida sedentária, ou seja, muita comida e pouco exercício. Também há outros fatores que predispõe ao ganho de peso como a castração, idade e genética (raças). (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010). |
| ONÍVORO Onívoros são todos os organismos que se alimentam de carne e de vegetal. Possuem músculos faciais reduzidos, dentes incisivos curtos, caninos menos desenvolvidos que os carnívoros e molares agudos ou chatos menos desenvolvidos que os herbívoros. Normalmente são predadores, mas têm o aparelho digestivo adaptado a metabolizar diferentes tipos de alimentos. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010). |
| P |
| PARENTERAL Via de administração de fluidos ou medicamentos diferente do conduto digestivo. As vias utilizadas podem ser a endovenosa, intra-óssea, intra-peritoneal, intra-dérmica ou subcutânea. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010). |
| PESO METABÓLICO Peso corporal de um animal em quilograma e elevado a potência de 0,75 (peso corporal 0,75), derivado da relação entre metabolismo e tamanho, serve como referência para comparar o metabolismo entre espécies, raças e animais de diferentes tamanhos. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
| PET FOOD Alimentos industrializados destinados à alimentação dos animais de estimação. Produzidos por empresas especializadas em nutrição e comercializados em supermercados, casas agropecuárias e pet shops. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010). |
| pH URINÁRIO Sigla de potencial hidrogeniônico da urina, que indica o seu grau de acidez ou alcalinidade. Sua definição em relação aos alimentos para cães e gatos, se dá pela determinação do valor médio de pH urinário que a ingestão de um determinado alimento produzirá em um grupo de animais. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010). |
| PREMIX O premix é um produto base utilizado na fabricação de alimentos industrializados para cães e gatos. Nele estão presentes as vitaminas, os minerais, os aminoácidos e os aditivos que os compõe. Os premix podem ser vitamínicos, minerais, vitamínicos e minerais e de aminoácidos. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010). |
| PROTEÍNA BRUTA Método utilizado para expressar o conteúdo de proteína de um alimento que segue um procedimento analítico específico para medição de nitrogênio. Introduz-se o fator empírico 6,25 para transformar o numero de gramas de nitrogênio encontrado em numero de gramas de proteínas. Este método baseia-se em três etapas: digestão, destilação e titulação. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
| PROTEÍNA DIGESTÍVEL Quantidade de proteína obtida depois de subtrair as proteínas eliminadas nas fezes da proteína contida nos alimentos. Isto quer dizer que, uma proporção das proteínas dos alimentos é eliminada pelas fezes; a diferença entre as proteínas consumidas e as proteínas excretadas denomina-se proteína digestível. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
| S |
| SACIEDADE Estado de saciedade. Satisfação plena do desejo de comer e beber. O termo saciedade refere-se à inibição da fome. Ocorre como conseqüência do que foi consumido anteriormente pelo animal. A intensidade da resposta de saciedade de uma refeição é mensurada pela duração de tempo até a próxima alimentação ou pela quantidade de alimento consumido na próxima refeição. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010). |
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| T |
| TAURINA Aminoácido sulfurado (contém enxofre), que atua de forma livre e está presente em fontes protéica de origem animal. Pode ser sintetizada a partir da cisteína e metionina, porém é essencial para felinos. Importante na regulação do ritmo cardíaco e funcionamento da retina. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010). |
| TRIGLICERÍDEOS (Procure por Lipídeos). |
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